domingo, 12 de setembro de 2010

E mesmo assim, sem esse coração, eu acho que vou continuar te amando.

Eu tenho sonhos, mas não hoje. Feche a porta e apague a luz, por favor. – E se o telefone tocar diga que eu morri que estou mortinha da silva, estirada no chão da sala com o coração na mão. Diga que retirei meu coração com a mão – ele estava doendo demais.

(meu eterno • Caio F.)



- Toma. Pode levar.
- Mas, não sei o que fazer com ele.
- Leve. Já faz tempo que é seu mesmo. Não aguento mais ele aqui.
- Onde ponho? De que se alimenta?
- Ponha na sua estante, enfeitando como um de seus troféus, que luta tanto pra conseguir e quando, finalmente, consegue não sabe o que fazer com eles.
E quanto ao que ele come, como não sabe, oras! Você o alimentou, durante muito tempo: amor, promessas, momentos... Sabes muito bem do que ele gosta, e do que precisa pra viver bem.
Ele só começou a ficar mal quando você mudou o cardápio e passou alimentá-lo com mentiras, desilusões, ausência...
- Mas...Mas... Pensei que...
- Não, ele não enjoou das coisas doces que você dava a ele. Só se adaptou com o sabor mais azedo.
- E se eu voltar a alimentá-lo como antes, você vai querer ele de volta?
- Não. Mesmo com o doce e o amargo, na sua estante ou na minha gaveta, ele será para sempre seu.

(pequenas inspirações Roziane Souza)

3 comentários:

' Jhully Galvão_ disse...

ARREBENTA AMIGAAA!!!

Cecília (Ceci) disse...

Arrebenta mesmo amigaaaa!!

kamila mila disse...

lol