terça-feira, 9 de novembro de 2010

Menino, menino, tenho uma ternura enorme por você e para mim é muito difícil isolar essa ternura da razão. Caio F.


Você chegou assim de mansinho, e eu sem perceber fui te contando
meus segredos, minhas manhas e medos e hoje você ja sabe
mais de mim, do que eu mesma.
Tati Lemos

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

E o meu olho nem conseguindo ver mais nada bonito.


Porque você se foi? Se sabia que haveria uma distância,
e que na distância a gente perde ou esquece tudo aquilo que
construiu junto. É, eu to perdendo e esquecendo!

Caio F.

domingo, 7 de novembro de 2010

Posso dizer que foi você quem me ensinou a lição mais importante da minha vida: você me ensinou a sofrer.


Abro as janelas porque preciso de ar, mas nunca tem ar para meu pulmão afogado . Coloco o santinho que meu avô me deu no peito e peço a ele : você já morreu por amor, não deixe acontecer o mesmo comigo . Amar dói tanto que você volta a lembrar que existe algo maior, você se lembra de Deus, você se lembra de vida após a morte . Amar dói tanto que você fica humilde e olha de verdade para o mundo, mas ao mesmo tempo fica gigante e sente a dor da humanidade inteira . Amar dói tanto que não dói mais, como toda dor que de tão insuportável produz anestesia própria . Você apela pra todo e qualquer santo, pra cartomante, pra ex-namorado, pra tarólogo, astrólogo, psicólogo, numerólogo, amigo e apela até pra inimigo . Qualquer um, pelo amor de Deus, tire essa dor de mim . Não adianta, não vou dormir mais . Mas vou fazer o que então ? Minha cama me lembra você, minha cachorra me lembra você, beber água me lembra você, viver me lembra você . Vou me levantar agora e ir para onde ? Tomar banho ? Tomar café ? Não tenho nenhuma vontade de existência, seja de vaidade ou gula . Só quero ficar deitada, mas ficar deitada também dói . O mundo não tem posição confortável pra mim, aonde vou, essa merda de dor horrível vai junto . Chorar não adianta, eu seco de tanto chorar e não passa . Ver TV, falar ao telefone, dançar, gritar, escrever, abraçar minha mãe .. nada adianta . Eu sei, eu sei, o eterno clichê ' isso passa ' . Passa sim e, quando passar, algo muito mais triste vai acontecer : eu não vou mais te amar .

sábado, 6 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

"Sinto dizer, mas eu vivo sem você, consigo respirar sem você, sair, me divertir pra caramba e dançar até o pé doer, consigo olhar para outros caras, consigo trocar olhares, consigo não receber uma ligação e ficar numa boa, consigo deitar na cama e não entrar em desespero porque não te vi o fim de semana todo e você nem apareceu. Consigo ir ao cinema, consigo falar besteira o tempo todo com outra pessoa. Eu consigo, cara. e tô falando sério... Digo mais: se eu quiser de verdade te esquecer, isso vai acontecer. Mas existe um porque nisso tudo, é mais ou menos assim: Eu quero me divertir com você, não quero olhar para outros caras, não quero outros olhos que não sejam os seus, quero receber uma ligação e quero te ver no final de semana, quero ir ao cinema e quero falar mil besteiras sem sentido nenhum. Não, eu não quero conseguir te esquecer, não quero nem lutar pra isso acontecer."

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

"Mas tô me divertindo, ué. Não é isso que mandam a gente fazer? Quando a gente chora e escreve aquele monte de poesia profunda. Quando a gente se apaixona e tudo mais e enche o saco dos amigos com aquela melação toda. Não fica todo mundo dizendo pra gente parar de tanto drama e se divertir? Poxa, tô só obedecendo todo mundo."

Tati Bernardi

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

um, dois e...


quando me dou conta, já fui, me joguei
antes de contar até três disse o que não era para ser dito
fiz coisas que não era para ter feito
me arrebento rápido, nem dói de tão ligeiro
mentira, dói de qualquer jeito.

Martha Medeiros

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Ombros amigos vem e vão, mas uma melhor amiga é para sempre. (no caso, umas)

Porque mesmo quando não sabe para onde vai, ela ajuda saber que você não está indo sozinha. ♥

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O que eu aprendi sobre o amor, filho...


É que ele é feito de faltas e presenças. E que nenhuma das duas pode faltar. Aprendi que o amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções. E ainda assim fazer a mesma livre escolha.”
Cris Guerra